Os cirurgiões do CAD participaram do congresso Internacional do Hospital Italiano da Cidade de Buenos Aires, onde foram discutidos os principais avanços recentes no tratamento dos tumores de pâncreas. Entre outros temas, foram abordados métodos diagnósticos avançados para detecção e avaliação dos cistos de pâncreas e novas modalidades terapêuticas como a radiofrequência, um passo importante no tratamento dos tumores pancreáticos avançados. Neste contexto, grandes avanços foram incorporados à rotina dos cirurgiões do CAD.

Nos Estados Unidos, o câncer colorretal é um dos mais diagnosticados. Assintomático nas fases iniciais, esse tipo de câncer é o mais difícil de ser tratado à medida que progride, requerendo tratamento com quimioterapia em fases posteriores. Por esse motivo, pesquisadores da Universidade Notre Dame estudaram uma maneira de identificar os pacientes que se beneficiariam com a quimioterapia antes do câncer colorretal progredir.

Há um debate em curso sobre como lidar com pacientes com feridas abdominais penetrantes. Em um estudo, pesquisadores avaliaram o papel da laparoscopia diagnóstica realizada com anestesia local no tratamento de um ferimento abdominal penetrante. O estudo contou com a participação de 30 pacientes hemodinamicamente estáveis com ferida perfurante penetrante na parede abdominal anterior, em que se realizaram exames laparoscópicos com anestesia local.

Nos Estados Unidos, a Força de Trabalho de Serviços Preventivosrecomendou, recentemente, a aspirina para a prevenção de câncer colorretal e doença cardiovascular entre os adultos. Em artigo publicado on-line, pesquisadores da Harvard T.H. Chan School of Public Health e de outras instituições de saúde revelaram que o uso regular de uma dose baixa de aspirina ao longo de, no mínimo, 6 anos foi associado a uma redução modesta no risco total de câncer, sobretudo o câncer colorretal.

Um estudo publicado na revista Clinical Gastroenterology and Hepatology, teve por objetivo comparar a eficácia da operação antirrefluxo laparoscópica (LARS) e de esomeprazol para controlar a exposição do esôfago ao ácido durante um período de cinco anos em pacientes com refluxo gastroesofágico (RGE) crônico. Jan Hatlebakk e cols., autores da pesquisa, também estudaram se os parâmetros de pH intraesofágico e intragástrico sem e com tratamento se relacionavam com os resultados a longo prazo.

Um estudo de doadores de fígado vivos revelou que os doadores estavam muito satisfeitos com o processo de doação. Os achados, publicados em Liver Transplantation, uma revista da American Association for the Study of Liver Diseases, indica que quase todos os doadores voltariam a doar, independentemente de qualquer complicação derivada do transplante.

CONSULTÓRIO

Centro de Cirurgia do Aparelho Digestivo