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A esteatose hepática não é, ao contrário do que muitos pensam, uma “capa” de gordura que reveste o fígado. Na verdade, o que ocorre é um acúmulo de gotículas de gordura dentro das células que compõem o órgão. É comum que essas gotículas afetem até 5% das células hepáticas, mas quando estão encontradas em maior quantidade nas células, pode-se dizer que há esteatose, um problema frequente e que na maioria das vezes não traz sintomas ou complicações.

A análise feita pelo Datasus, denominada de “Carcinoma Hepatocelular: Barreiras de Acesso, Diagnóstico e Tratamento no Cenário Brasileira Atual”, apontou que o carcinoma hepatocelular, popularmente chamado de câncer de fígado, é o terceiro mais mortífero no mundo, totalizando cerca de 700 mil mortes por ano. No Brasil, foram registrados 44 mil óbitos entre 2011 a 2015. 

A obesidade já está desencadeando mais casos de câncer do que o fumo. É o que revelam os dados do estudo da Cancer Research UK: são 1.900 casos a mais de câncer de intestino e 1.400 de câncer de rim do que aqueles ocasionados pelo tabagismo. Problemas de peso estão, também, sendo responsáveis por mais de 460 ocorrências de câncer de ovário e 180 de câncer de fígado. A nova pesquisa apontou que os níveis recordes de obesidade entre as últimas gerações devem dobrar o número de cânceres associados ao peso, em um período de duas décadas, a menos que sejam tomadas medidas capazes de mudar a dieta da Grã-Bretanha. 

Segundo informações do Ministério da Saúde, 3% a 8% dos brasileiros têm algum tipo de hérnia localizada na região abdominal. Em 2010, o Ministério da Previdência evidenciou que a hérnia inguinal (acomete a virilha) causou o afastamento de mais de 80 mil pessoas do trabalho. O problema é de saúde pública, mas o tratamento pode ser feito cirurgicamente e, na maior parte dos casos, não há incômodo.

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CONSULTÓRIO

Centro de Cirurgia do Aparelho Digestivo