Câncer gástrico
Recebeu diagnóstico de câncer de estômago? O estágio da doença e as condições clínicas ajudam a definir se a cirurgia vem primeiro ou se outro tratamento é indicado antes.
A endoscopia com biópsia identifica a lesão e o tipo de tumor. Exames de imagem e a avaliação da profundidade ajudam a determinar a extensão da doença. Em alguns casos, a cirurgia é o primeiro tratamento; em outros, a equipe pode recomendar quimioterapia antes da operação.
Em um relance
Tipo mais comum
95%
Em geral, o adenocarcinoma, que nasce no revestimento de dentro do estômago.
Veja no InstagramCasos novos por ano
Cerca de 21 mil
No Brasil, segundo a estimativa do INCA para 2023 a 2025.
Mais atenção
Acima de 50
Em geral, idade acima de 50 anos, câncer gástrico na família e H. pylori não tratada.
Veja no InstagramA indicação depende do seu caso específico.
Antes de decidir
Endoscopia com biópsia
A endoscopia com biópsia identifica a lesão e o tipo de tumor.
Tomografia
Exames de imagem ajudam a verificar a extensão da doença.
“No câncer gástrico, o que define as opções de tratamento é o estágio em que a doença é encontrada.”
Profundidade na parede
A profundidade do tumor é considerada na definição da extensão da doença.
Exames de sangue
A anemia e o estado nutricional também podem precisar de atenção antes do tratamento.
Tratar antes de operar?
O estágio orienta a discussão sobre cirurgia primeiro ou quimioterapia antes da operação.
“Hoje, o tratamento do câncer de estômago é construído caso a caso. Às vezes, a cirurgia vem primeiro. Às vezes é indicado tratar com quimioterapia antes de operar para criar um cenário cirúrgico melhor.”
Decisão em equipe
Cirurgia, oncologia e nutrição participam do planejamento conforme a necessidade.
O diagnóstico
Empachamento após comer pouco, queimação frequente e perda de apetite merecem avaliação quando persistem. Anemia, perda de peso rápida ou fezes escurecidas precisam de avaliação médica.
“Sintomas como azia persistente, digestão difícil, perda de apetite e sensação de estômago “cheio” merecem investigação quando se tornam frequentes. Já sinais como anemia, emagrecimento rápido ou fezes escurecidas exigem avaliação imediata.”
Os sintomas iniciais podem ser pouco específicos e se confundir com desconfortos digestivos comuns. Se persistirem ou vierem acompanhados de outros sinais, procure avaliação.
“Câncer de estômago costuma começar de forma discreta. Empachamento depois de comer pouco, queimação frequente, perda de apetite progressiva. Sinais que a maioria das pessoas atribui a estresse, má digestão ou simplesmente ao passar dos anos.”
Não. Conforme o estágio, a equipe pode indicar cirurgia primeiro ou quimioterapia antes da cirurgia.
“Hoje, o tratamento do câncer de estômago é construído caso a caso. Às vezes, a cirurgia vem primeiro. Às vezes é indicado tratar com quimioterapia antes de operar para criar um cenário cirúrgico melhor.”
Pode ser necessário retirar parte ou todo o estômago, junto com gânglios próximos. Depois, o trajeto do alimento é reconstruído com o intestino. A extensão da cirurgia depende da localização e da extensão do tumor.
Essas vias podem ser consideradas em alguns casos. A escolha depende do tumor, do procedimento necessário e da avaliação médica.
“A cirurgia minimamente invasiva, por videolaparoscopia ou pela robótica, permite ressecções complexas com recuperação mais rápida e menor impacto no organismo.”
Podem ser necessárias refeições menores e mais frequentes, com acompanhamento nutricional. A equipe também avalia a necessidade de reposição de vitaminas, como B12.
A indicação depende do seu caso específico.
Depois da cirurgia
Durante a internação
A alimentação é retomada gradualmente, conforme a evolução.
Depois da alta
A nutrição orienta as refeições e a adaptação.
Nas consultas de revisão
O acompanhamento avalia a recuperação e a continuidade da quimioterapia, quando indicada.
Na mesma área
Nem todo caso é cirúrgico. A indicação depende do seu caso específico.
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Consulta com o Dr. Fábio
Recebeu diagnóstico de câncer de estômago? Agende uma avaliação para conversar sobre os exames, o estágio da doença e as opções de tratamento.
Dr. Fábio Luiz Waechter · Médico · CRM-RS 18516 · RQE 11091 · RQE 9634