O duodeno é a primeira parte do intestino delgado, logo após o estômago. Nele podem surgir adenomas, tumores neuroendócrinos, GIST e outros tumores. O tratamento depende do tipo, do tamanho, da localização e da relação com a papila, por onde chegam a bile e as secreções do pâncreas.
Antes de decidir
Como é feita a investigação
Endoscopia e biópsia ajudam a caracterizar a lesão. Ecoendoscopia, tomografia e ressonância podem avaliar sua profundidade, os canais biliares e pancreáticos, linfonodos e estruturas próximas. Exames de sangue podem investigar anemia ou alterações relacionadas à obstrução.
Perguntas frequentes
Entre eles estão adenomas, câncer do duodeno, GIST e tumores neuroendócrinos. O resultado da investigação define o tipo.
Alguns são encontrados em exames antes de causar sintomas. Outros podem provocar sangramento, anemia, obstrução ou icterícia, conforme a localização.
Em algumas lesões superficiais, a equipe de endoscopia pode considerar a ressecção endoscópica. A técnica depende das características da lesão e da avaliação especializada.
A cirurgia pode ser considerada para tumores invasivos, lesões que não podem ser removidas por endoscopia ou quando a localização exige ressecção maior. A proximidade da papila pode influenciar a operação.
“As cirurgias do pâncreas, por definição, são cirurgias extremamente complexas, com altos índices de complicações.”
Não. A operação depende do tipo e da localização do tumor. A Whipple pode ser necessária em alguns tumores próximos à papila, mas não é a única possibilidade.
Pessoas com essa condição podem precisar de vigilância endoscópica específica, definida por equipe especializada.
Fonte: Diretriz da ESGE sobre síndromes de polipose hereditária (Endoscopy, 2019)
A indicação depende do seu caso específico.
Depois do tratamento
Cuidados e seguimento
Após tratamento endoscópico, podem ser programados novos exames para acompanhar o local. Após cirurgia, alimentação, alta e seguimento dependem da operação e da evolução.
“As cirurgias de pâncreas devem ser restritas a centros especializados e que tenham o volume cirúrgico de cirurgias de pâncreas.”
“Ele costuma perder um pouco de peso no pós-operatório, fica um pouco abatido, mas isso normalmente é recuperável nos primeiros meses pós-operatórios, sobretudo nos primeiros 2, 3 meses.”
Temas ligados
Nem todo caso é cirúrgico. A indicação depende do seu caso específico.
Consulta com o Dr. Fábio
Agende uma avaliação com o Dr. Fábio para conversar sobre seu diagnóstico, seus exames e as opções de tratamento.
Dr. Fábio Luiz Waechter · Médico · CRM-RS 18516 · RQE 11091 · RQE 9634