Colecistectomia robótica
A cirurgia robótica é uma opção para retirar a vesícula, mas não é necessária em todos os casos. A escolha entre robótica e laparoscopia depende das condições da vesícula, da anatomia e do histórico de cada paciente.
A vesícula fica próxima ao fígado, aos canais biliares e a vasos importantes. Inflamação intensa, alterações da anatomia ou cirurgias anteriores podem tornar o procedimento mais desafiador. Na cirurgia robótica, o cirurgião controla os instrumentos a partir de um console e acompanha uma imagem ampliada em três dimensões. A cirurgia por vídeo também é uma abordagem minimamente invasiva e continua adequada para muitos pacientes.
Em um relance
Alta
No dia ou no seguinte
O tempo de internação depende da cirurgia e da evolução clínica.
Veja no InstagramA indicação depende do seu caso específico.
Antes de decidir
Exames e inflamação
A avaliação considera os exames de imagem e o grau de inflamação.
“Quando uma vesícula está muito inflamada, quando o paciente é idoso com múltiplas doenças associadas, quando há história de cirurgias abdominais prévias, ou quando a anatomia simplesmente não está clara no ultrassom, a pergunta muda de “devemos operar?” para “qual é a melhor forma de operar?”.”
Anatomia e cirurgias anteriores
A avaliação considera a anatomia e cirurgias anteriores.
Condições clínicas
As condições clínicas entram na escolha da abordagem.
Escolha da abordagem
A tecnologia robótica pode ser considerada em determinadas situações, mas não significa, por si só, que haverá um benefício maior para todos.
“Ainda tem cirurgias que o benefício do robô não é tão significativo, como por exemplo a retirada da vesícula. Então ali o benefício não é tão grande em relação a uma videolaparoscopia.”
A cirurgia
Não. A laparoscopia é utilizada em muitos casos. A escolha da técnica é feita após avaliação.
“Ainda tem cirurgias que o benefício do robô não é tão significativo, como por exemplo a retirada da vesícula. Então ali o benefício não é tão grande em relação a uma videolaparoscopia.”
O cirurgião controla os instrumentos no console, com imagem ampliada em três dimensões e instrumentos articulados. O sistema não toma decisões nem opera sozinho.
“Na vídeo eu não consigo dobrar a mão, eu não consigo fechar a mão. A vídeo, ela tem um movimento fixo, como se o punho fosse durinho sempre. No robô não, eu consigo articular a mão, eu consigo olhar a cena de vários ângulos.”
Não. Toda cirurgia envolve riscos, e a proximidade dos canais biliares e vasos exige cuidado em qualquer técnica.
“Toda cirurgia tem risco. […] A cirurgia da vesícula, embora ela seja uma cirurgia muito tranquila, […] ela é realizada sobre um território extremamente delicado, que é justamente a entrada das estruturas que vão para o fígado.”
O tempo de internação depende da cirurgia e da evolução clínica. Em muitos casos, a alta ocorre no mesmo dia ou no dia seguinte.
“O resultado é paciente com […] alta no mesmo dia ou dia seguinte.”
A indicação depende do seu caso específico.
Depois da cirurgia
Recuperação e acompanhamento
A alimentação é retomada conforme a orientação da equipe. Algumas pessoas precisam reduzir alimentos gordurosos no início; a tolerância varia.
“Após a cirurgia para retirada da vesícula biliar, as alterações no organismo são pequenas. No entanto, é preciso adotar algumas mudanças nos hábitos alimentares. […] Depois de um tempo, o corpo vai se habituando com a ausência da vesícula e o paciente consegue voltar a se alimentar normalmente.”
“Ele opera sozinho? Não, ele não opera sozinho. […] A máquina, o robô, ele imita perfeitamente o movimento que eu fizer na mão. Então todos os movimentos que eu fizer lá no console, a máquina vai imitar.”
Temas ligados
Nem todo caso é cirúrgico. A indicação depende do seu caso específico.
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Consulta com o Dr. Fábio
Quer entender se a cirurgia robótica é uma opção no seu caso? Agende uma avaliação para conversar sobre os exames e as técnicas possíveis.
Dr. Fábio Luiz Waechter · Médico · CRM-RS 18516 · RQE 11091 · RQE 9634