Colelitíase
Cálculos na vesícula podem não causar sintomas ou provocar dor e inflamação. Quando há sintomas compatíveis, a cirurgia para retirar a vesícula pode ser recomendada após avaliação. O procedimento costuma ser feito por laparoscopia; a técnica depende do quadro clínico.
Em um relance
Acessos
4 furinhos
Em geral, no lugar de um corte grande.
A indicação depende do seu caso específico.
Antes de decidir
Como é feita a avaliação
A consulta considera os sintomas, o histórico e a ecografia abdominal. Exames de sangue e imagens adicionais podem ser solicitados se houver suspeita de pedra no canal da bile ou repercussão no fígado e no pâncreas.
“O paciente que tem cálculos de vesícula biliar, este paciente é um paciente que pode apresentar cálculos […] do canal principal. Então, o que é fundamental para estes pacientes é uma adequada avaliação da sua doença.”
Perguntas frequentes
Nem todo cálculo exige cirurgia. Sintomas, inflamação, complicações e fatores de risco influenciam a decisão.
Não é necessário aguardar uma crise intensa para procurar avaliação. Se a cirurgia for indicada, o momento é planejado considerando o quadro e os riscos.
“Essa indicação antigamente […] se dizia que só deveria se retirar a vesícula quando era de extrema necessidade, quando o paciente tivesse muita dor ou inflamações recorrentes. Isso ocorria na época porque existiam grandes cortes. […] Nos dias de hoje não é mais assim.”
Cálculos sem sintomas costumam ser avaliados de forma diferente dos cálculos sintomáticos. Algumas condições podem mudar a conduta; converse com o médico sobre seu caso.
“Ou suspeita que outras doenças estejam se desenvolvendo junto da vesícula, como por exemplo um câncer, um tumor, ou tem um histórico de câncer na família, esse paciente deve ter a sua vesícula retirada.”
O tratamento cirúrgico habitual para cálculos sintomáticos é retirar a vesícula com os cálculos. Há situações específicas, como cálculo no canal biliar, que podem exigir outro procedimento.
Pode causar inflamação da vesícula, obstrução do canal biliar ou pancreatite. Dor persistente, febre ou icterícia precisam de avaliação médica.
“Essas pedras ou cálculos, além de dores, também podem trazer complicações graves, como infecções da vesícula, nos canais biliares, no fígado ou até mesmo no pâncreas.”
Sim. Como toda operação, há riscos que devem ser explicados antes do procedimento.
“Toda cirurgia tem risco. […] A cirurgia da vesícula, embora ela seja uma cirurgia muito tranquila, […] ela é realizada sobre um território extremamente delicado, que é justamente a entrada das estruturas que vão para o fígado.”
A indicação depende do seu caso específico.
Depois do tratamento
Cuidados e seguimento
A alta e a retomada da alimentação variam conforme a técnica e a evolução. A equipe orienta os cuidados após a cirurgia.
“Quando o paciente tem cálculo na vesícula e é sintomático, quer seja por dor, desconforto, plenitude pós-prandial ou infecções recorrentes […], esse paciente deve ter a sua vesícula retirada.”
“A resposta é que não diretamente. Um desequilíbrio nos componentes da bile (colesterol, sais biliares e lecitina) associado a uma vesícula mais preguiçosa são a combinação que gera as pedras.”
“Após a cirurgia para retirada da vesícula biliar, as alterações no organismo são pequenas. No entanto, é preciso adotar algumas mudanças nos hábitos alimentares. […] Depois de um tempo, o corpo vai se habituando com a ausência da vesícula e o paciente consegue voltar a se alimentar normalmente.”
Quando a cirurgia entra
Nem todo caso é cirúrgico. A indicação depende do seu caso específico.
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Consulta com o Dr. Fábio
Agende uma avaliação com o Dr. Fábio para conversar sobre seu diagnóstico, seus exames e as opções de tratamento.
Dr. Fábio Luiz Waechter · Médico · CRM-RS 18516 · RQE 11091 · RQE 9634