Hérnia no umbigo
A hérnia umbilical aparece como um abaulamento no umbigo, causado pela passagem de gordura ou de parte do intestino por uma abertura na parede abdominal. Pode surgir após a gestação e também estar associada ao excesso de peso ou à diástase. A avaliação clínica ajuda a confirmar o diagnóstico e discutir a conduta.
Em um relance
Tela
Conforme o reparo
A decisão depende do tamanho do defeito e de outros fatores clínicos.
O Dr. Fábio explica no vídeoDiástase associada
Avaliação conjunta
A necessidade de corrigir ambas depende do exame e dos objetivos do tratamento.
O Dr. Fábio explica no vídeoVia
Conforme o caso
A técnica é definida pelo planejamento cirúrgico.
A indicação depende do seu caso específico.
Antes de decidir
Abertura e conteúdo
O exame verifica o tamanho da abertura e se o conteúdo retorna para dentro.
“A hérnia abdominal acontece quando há fragilidade na parede abdominal e estruturas internas pressionam para fora, formando protuberância.”
Diástase e outras hérnias
O exame verifica se há diástase ou outras hérnias.
“E com frequência ainda existe associação com hérnias umbilicais e epigástricas, que piora ainda mais a situação da diástase dos retos abdominais.”
Exames de imagem
Ultrassom ou tomografia podem ser solicitados quando o exame físico não esclarece o quadro ou há necessidade de planejar a cirurgia.
A hérnia
A cirurgia é uma opção de tratamento, mas a decisão depende dos sintomas, do tamanho, dos riscos e das condições clínicas. Em alguns casos, o médico pode propor acompanhamento.
“A resposta inicial é sim: a cirurgia é a forma definitiva de tratar a hérnia e evitar complicações. Mas há exceções importantes […]. Nessas situações, a avaliação precisa ser individualizada […] e muitas vezes a conduta pode ser apenas o acompanhamento clínico.”
Se o abaulamento ficar doloroso, endurecido e não voltar para dentro, especialmente com náuseas ou vômitos, procure atendimento de urgência.
“Quando a abertura aumenta ou o intestino fica preso, o risco cirúrgico cresce e o desconforto também.”
Em alguns reparos, uma tela é usada para reforçar a parede abdominal. A decisão depende do tamanho do defeito e de outros fatores clínicos.
“Dependendo do tamanho da hérnia, podemos utilizar telas cirúrgicas modernas para reforço da parede abdominal. Vai depender da avaliação de cada paciente.”
As duas condições podem ser avaliadas no mesmo planejamento. A necessidade de corrigir ambas depende do exame e dos objetivos do tratamento.
“Nesses casos, corrigimos a hérnia e a diástase no mesmo procedimento, pois, se não corrigirmos a diástase, o risco de recidiva da hérnia é muito significativo.”
O momento pode ser planejado em determinadas situações, por exemplo, conforme sintomas, gestação planejada e condições de saúde. A decisão precisa ser discutida com o cirurgião.
Pode haver recorrência. O acompanhamento e o controle de fatores que influenciam a parede abdominal fazem parte do cuidado.
“Pode acontecer, principalmente em situações como uma nova gestação, ganho importante de peso, ou aumento de pressão abdominal causado por outra condição de saúde que surja ao longo do tempo. Por isso, o acompanhamento contínuo e a manutenção de hábitos saudáveis são fundamentais mesmo depois da cirurgia.”
A indicação depende do seu caso específico.
Depois da cirurgia
Durante a recuperação
A alta e a retomada de atividades variam conforme a técnica, a extensão do reparo e a evolução.
Acompanhamento
A equipe orienta os cuidados com a ferida e o retorno gradual a esforços.
Na parede do abdômen
Nem todo caso é cirúrgico. A indicação depende do seu caso específico.
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Consulta com o Dr. Fábio
Agende uma avaliação com o Dr. Fábio para conversar sobre seu diagnóstico, seus exames e as opções de tratamento.
Dr. Fábio Luiz Waechter · Médico · CRM-RS 18516 · RQE 11091 · RQE 9634