Pólipos do intestino grosso
Pólipos são crescimentos de tecido na parede interna do intestino grosso. Muitos são benignos, mas alguns tipos podem evoluir para câncer ao longo do tempo. A colonoscopia permite identificá-los e, em diversos casos, removê-los durante o exame. O resultado da biópsia ou da peça retirada orienta o acompanhamento.
Em um relance
Depois dos 40 anos
1 em 4
Em geral, a chance de ter um pólipo no intestino (25 a 30%).
O Dr. Fábio explica no vídeoPólipo grande
Acima de 2 cm
Quanto maior, mais atenção; pequeno também pode ter potencial maligno.
O Dr. Fábio explica no vídeoDo pólipo ao câncer
5 a 6 anos
Pelo menos, em geral: tempo para achar e retirar antes.
O Dr. Fábio explica no vídeoNova colonoscopia
Intervalo individual
Depende dos achados, da remoção e do histórico de cada pessoa.
O Dr. Fábio explica no vídeoA indicação depende do seu caso específico.
Antes de decidir
O que determina a conduta
A equipe considera quantidade, tamanho, localização e tipo histológico dos pólipos, além da qualidade do exame e do histórico pessoal e familiar. O intervalo até a próxima colonoscopia é definido com base nesses dados.
“Existem pólipos que são totalmente benignos, nunca viram cânceres, por exemplo o pólipo chamado hiperplásico. […] Entretanto, se eu tiver um pólipo adenomatoso com displasia leve, ou um pólipo serrilhado ou viloso, […] normalmente se recomenda a cada 2, 3 anos fazer um controle desse intestino.”
Perguntas frequentes
Nem sempre. A maioria não é câncer no momento em que é identificada, mas alguns tipos podem ser pré-cancerosos. O exame anatomopatológico esclarece suas características.
“Existem pólipos que são totalmente benignos, nunca viram cânceres, por exemplo o pólipo chamado hiperplásico. […] Entretanto, se eu tiver um pólipo adenomatoso com displasia leve, ou um pólipo serrilhado ou viloso, […] normalmente se recomenda a cada 2, 3 anos fazer um controle desse intestino.”
Muitos podem ser removidos durante a colonoscopia. A técnica depende do tamanho, da localização e da aparência da lesão; casos complexos podem precisar de avaliação especializada.
“Os pólipos do cólon sempre devem ser retirados, independente de sua localização ou tamanho. […] Normalmente isso é feito por endoscopia e muito raramente há necessidade de alguma cirurgia para que isso possa ser realizado.”
O risco não é definido apenas pelo tamanho. O tipo e o resultado histológico também importam.
“O que a gente considera como um pólipo grande: acima de 2 cm ou de 20 mm. […] Mas isso não quer dizer que os pólipos pequenos também não têm um potencial maligno.”
O intervalo varia conforme os achados, a remoção e o histórico de cada pessoa.
“Existem pólipos que são totalmente benignos, nunca viram cânceres, por exemplo o pólipo chamado hiperplásico. […] Entretanto, se eu tiver um pólipo adenomatoso com displasia leve, ou um pólipo serrilhado ou viloso, […] normalmente se recomenda a cada 2, 3 anos fazer um controle desse intestino.”
Podem surgir novos pólipos. Por isso, o acompanhamento recomendado após o exame é importante.
A indicação depende do seu caso específico.
“Uma vez a gente estando em um programa de prevenção ou eu tendo desconfiança de algum sintoma que possa me traduzir em um câncer colorretal, o grande exame é a colonoscopia. […] Nessa hora, se eventualmente for encontrado algum pólipo nesse intestino, ele já é retirado ou é biopsiado, caso seja necessário.”
“Prevenir, então, fazendo a colonoscopia a partir dos seus 45 anos ou 10 anos antes da idade que o familiar teve algum câncer de cólon.”
“Eventualmente um pólipo que a gente chama de espraiamento lateral, ou seja, ele ocupa uma superfície muito grande da mucosa do intestino, ou o pólipo é grande, enorme dentro da luz do intestino, às vezes até causando obstruções intestinais, às vezes há necessidade de alguma cirurgia.”
“Ele pode gerar complicações, como por exemplo dificultar a passagem, pode gerar com muita frequência sangramentos para o nosso intestino.”
“A questão do milho é o produto processado. […] Alimentos processados têm um maior risco de formação de cânceres do tubo digestivo.”
“O preparo hoje em dia é muito mais tranquilo, foi pior no passado. […] E o exame, literalmente, a gente não vê, não percebe, porque a recomendação é que o exame seja realizado sempre sob sedação.”
Temas ligados
Nem todo caso é cirúrgico. A indicação depende do seu caso específico.
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Consulta com o Dr. Fábio
Encontraram um pólipo ou você recebeu um resultado de biópsia? Leve o laudo e o exame para discutir o significado e o intervalo de acompanhamento.
Dr. Fábio Luiz Waechter · Médico · CRM-RS 18516 · RQE 11091 · RQE 9634