Metástases hepáticas
Metástases hepáticas são tumores que chegaram ao fígado a partir de um câncer iniciado em outro órgão. Em algumas situações, a cirurgia pode fazer parte do tratamento. A decisão considera o tumor de origem, a extensão da doença, os tratamentos já realizados e a quantidade de fígado saudável que permanecerá.
Em um relance
Já no diagnóstico
1 em 5
Das pessoas com câncer colorretal, em geral, já têm metástase no fígado.
O Dr. Fábio explica no vídeoAo longo da doença
até metade
Em geral, a proporção que terá metástase no fígado em algum momento.
Operáveis de início
15 a 20%
Em geral, das metástases do fígado podem ser retiradas logo no diagnóstico; outras, depois da quimioterapia.
O Dr. Fábio explica no vídeoA indicação depende do seu caso específico.
Antes de decidir
O que avaliamos
Tomografia e ressonância ajudam a mapear as lesões e sua relação com estruturas do fígado. A equipe também considera exames do tumor de origem, resposta a tratamentos sistêmicos e se é possível tratar todas as áreas identificadas sem comprometer a função hepática.
“Hoje em dia nós temos várias formas de resgatar esse fígado, através de combinações de quimioterapia e procedimentos como radiofrequência, embolização portal, enfim, vários procedimentos que permitem que uma área do fígado se forme sã ou permaneça sã, e a gente vai ali e remove o restante do fígado que está comprometido.”
Perguntas frequentes
Não. Em pacientes selecionados, a cirurgia pode ser uma opção, isolada ou combinada com outros tratamentos.
“Hoje em dia nós temos várias formas de resgatar esse fígado, através de combinações de quimioterapia e procedimentos como radiofrequência, embolização portal, enfim, vários procedimentos que permitem que uma área do fígado se forme sã ou permaneça sã, e a gente vai ali e remove o restante do fígado que está comprometido.”
A avaliação considera a quantidade e a localização das lesões, a doença fora do fígado, o tumor de origem, a resposta ao tratamento e a reserva hepática.
Em alguns casos, o tratamento sistêmico pode reduzir ou controlar as lesões e permitir reavaliar as opções. A decisão é feita com oncologia.
“Esse paciente deve fazer quimioterapia sempre em associação com a cirurgia, e aí a decisão vai ser se vai fazer a quimioterapia antes ou depois da cirurgia, ou se a gente vai associar ainda alguma radioterapia.”
Em casos selecionados, os procedimentos podem ser feitos na mesma operação ou em etapas. A escolha depende do quadro e do planejamento.
Pode ser considerado apenas em situações muito específicas, conforme critérios médicos e avaliação especializada. Não é uma opção geral para metástases.
“Para aqueles pacientes que não se consegue formar uma área do fígado sã e não têm lesões fora do fígado, o transplante de fígado pode ser uma opção.”
A indicação depende do seu caso específico.
Depois do tratamento
Cuidados e seguimento
A alta e o retorno às atividades dependem da extensão da cirurgia e da evolução. A continuidade de quimioterapia e os exames de controle são definidos em conjunto com a oncologia.
“Esses tumores de pâncreas, fígado, metástases ou câncer do intestino, a decisão de cirurgia ou quimioterapia, o que começa primeiro, sempre deve ser tomada em conjunto. […] Deve ser discutido em um conjunto de especialistas da área.”
“Em muitos casos, a lesão encontrada no fígado pode representar uma metástase de outro tumor digestivo. E essa diferença muda estratégia, planejamento e possibilidade terapêutica.”
“E as lesões secundárias do fígado, que são as metástases de fígado. O grande exemplo disso aí são as metástases hepáticas do carcinoma colorretal.”
Quando a cirurgia entra
Nem todo caso é cirúrgico. A indicação depende do seu caso específico.
Consulta com o Dr. Fábio
Agende uma avaliação com o Dr. Fábio para conversar sobre seu diagnóstico, seus exames e as opções de tratamento.
Dr. Fábio Luiz Waechter · Médico · CRM-RS 18516 · RQE 11091 · RQE 9634